João Guido em São Bento do Una
Cumprindo agenda de campanha, o candidato a deputado federal por Garanhuns e Agreste Meridional vai a cidade de São Bento do Una a convite do seu irmão Sebastião Guido para prestigiar o 1º Leilão de Gado naquela cidade.
Lá chegando, Guido foi logo recebido com grande entusiasmo por muitos amigos, dentre eles o Padre Aldo, prefeito daquela cidade.
Pode-se notar claramente um grande alvoroço de todos que lá estavam, onde muitos queriam chegar mais perto de Guido, para lhe parabenizar por sua decisão de sair candidato, lhe dar um abraço, ou só mesmo para lhe declarar o voto.
Questionado de como estava se sentindo com todos aqueles gestos de carinho e entusiasmos da população com a sua candidatura, ele só disse que “Se sentia cada vez mais confiante de que tomou a decisão certa quando decidiu ser candidato a deputado federal para assim poder defender os interesses de toda aquela região que a muito tempo esta sem um representante na câmara federal.”
Memorial Clinic
Confirmando a sua vocação, a cidade de Garanhuns no interior de Pernambuco vai se consolidando cada vez mais como polo de excelência na área medica e educacional, onde acaba de receber alem de uma Faculdade de Medicina na UPE local, um grande empreendimento empresarial, o Memorial Clinic, um centro medico do qual não deixa nada a dever a nenhuma outra grande clinica de nenhuma Capital do País, inaugurado na última Sexta, 06 Agosto 2010.
“O Memorial Clinic é resultado da confiança de seus idealizadores no futuro desta cidade e em todo o Agreste Meridional, e na vontade cada vez maior de se prestar um serviço de melhor qualidade a população local, evitando assim a necessidade do deslocamento à capital do Estado ou ate mesmo a outras regiões do País.” Nos relatou o Dr. Heraldo Cordeiro, um dos idealizadores do empreendimento.
Dr. Heraldo Cordeiro e sua esposa Deyse Cordeiro no centro da foto.
Segue abaixo a relação de todos os médicos responsáveis para que este sonho se materializasse e que lá lá irão prestar os seus serviços:
* Dr. Heraldo Cordeiro – Cirurgia Geral e Gastroendoscopia
* Dr. Domingos Bezerra – Urologia e Exames
* Dr. Daniel Galvão – Geriatria
* Dr. Paulo Batista – Mastologia e Clínica Médica
* Dr. Ricardo Medeiros – Clínica Médica e Nefreologia
* Dr. José Barros – Clínica Médica, Cardiologia e Exames
* Dra. Ana Cristina – Dermatologia
* Dr. Ricardo Ventura – Cirurgia Pedriática
* Dr. Jadson Pinto – Ortodontia e Clínica Geral
* Dra. Ana Bertilia – Implante e Reabilitação Oral
* Dr. João Marcelo – Psiquiatria
* Dr. Rodrigo Agra – Clínica Geral e Endocrinologia
* Dra. Wanessa Alessandra – Psicologia Clínica
* Dr. Rodolfo Calado – Fisioterapia
* Dr. Daniel Sales – Ultrassonografia
* Laboratório Arnaldo Medeiros.
Lula virá ao Festival de Inverno
A primeira visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Pernambuco, durante o período oficial de campanha, está prevista para acontecer ainda em julho. O petista deve ir ao Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), no próximo dia 23, uma sexta-feira. Trata-se de um evento que deve reunir um grande número de pessoas. Um palco ideal para Lula dar uma “carga” na campanha do governador Eduardo Campos (PSB) e dos dois candidatos ao Senado pela Frente Popular, Humberto Costa (PT) e Armando Monteiro Neto (PTB). A assessoria da candidata à Presidência, Dilma Rousseff (PT), apoiada pela coligação, não confirmou sua presença no FIG. Mas a agenda da ex-ministra só é definida uma semana antes dos atos, o que não inviabiliza, portanto, a ida dela ao festival.
Apesar de ter dito que só fará campanha em agosto, Eduardo Campos já vai aos poucos entrando no jogo eleitoral. No último sábado, o socialista esteve no município de Brejo da Madre de Deus, na festa de São Pedro promovida pelo ex-deputado Pedro Correa (PP). Ele estava acompanhado de Humberto e Armando.
Ontem, Lula afirmou que, ao terminar seu mandato, ele irá difundir na América Latina e na África os “acertos” do Governo Federal na área social. “Quando eu deixar a Presidência, eu tenho que aproveitar o acúmulo dos acertos que nós tivemos em política social no Brasil”, destacou, em entrevista no programa “Café com o Presidente”. O petista salientou, no entanto, que seu intuito é adaptar o modelo brasileiro às realidades locais e não é impor aos sul-americanos e africanos uma “cartilha”. “O acúmulo de experiência que nós vamos ter, ao deixarmos a Presidência da República do Brasil, não pode ficar apenas para nós brasileiros”, ponderou.
Para o presidente, sua recente viagem à África teve o objetivo de quitar uma “dívida histórica” do Brasil com o continente. Lula reforçou que o Brasil tem um compromisso com a África, que deve ser pago “com solidariedade, gestos políticos e ajuda”. “O Brasil é segundo país negro do mundo, só a Nigéria tem mais população negra do que nós”, sublinhou.
Lula ainda exaltou um projeto que a Empresa Brasileira de Pesquisa e Agropecuária (Embrapa) desenvolve na África há três anos, cuja meta é estudar o potencial de produção do solo africano. “De 2002 a 2010, tínhamos uma balança comercial de US$ 5 bilhões com a África. Passamos a ter agora US$ 26 bilhões”, lembrou Lula. “Acho que o Brasil não pode tratar o continente africano como se fosse uma coisa secundária. Precisamos dar prioridade ao continente africano”, assegurou.?
Folha de Pernambuco
João Paulo queria Lula e Dilma no processo
O passar dos dias não tem colaborado para a materialização do consenso inicial, que resultou na unção do nome do ex-secretário Humberto Costa como representante do PT na luta pelo Senado. Apesar de garantir que não irá questionar a decisão da direção nacional do seu partido, o ex-prefeito João Paulo não consegue esconder a irritação com a forma como o processo foi encerrado. Em entrevista ao portal Terra, o ex-gestor disse ter sentido falta da presidenciável Dilma Rousseff e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas discussões que balizaram a postulação do seu rival e questionou a pesquisa de opinião que apresentou um cenário mais favorável a Humberto, classificando-a como “documento forjado em dúvidas”.
“Senti falta dos coordenadores da campanha, Dilma (Rousseff) e Lula, da posição deles aqui (Pernambuco). O que fica claro com isso (declarações de Lula) é que eles não participaram nem da pesquisa, nem da condução. Em todas as pesquisas que tive conhecimento, tenho no mínimo o dobro da intenção de votos de Humberto Costa”, afirmou João Paulo ao portal. Noutro trecho da entrevista, o ex-prefeito ainda assegura que há um sentimento de “revolta, indignação e insatisfação” por parte da população devido à preferência da direção nacional por Humberto.
Embora notoriamente insatisfeito com a sua situação no PT, João Paulo, através de sua assessoria, divulgou nota à Imprensa, onde reiterou “seu total engajamento na eleição da companheira Dilma Rousseff à Presidência, na reeleição do governador Eduardo Campos (PSB) e na eleição dos dois candidatos ao Senado na chapa governista – Humberto Costa e Armando Monteiro Neto (PTB)”.
REUNIÃO
Um grupo de integrantes do Campo de Esquerda Unificado (CEU), comandados pelo presidente do PT recifense, Oscar Barreto, se reuniu, ontem, para iniciar as discussões do bloco sobre o formato escolhido pelo presidente nacional da legenda, José Eduardo Dutra, que definiu Humberto Costa como candidato da sigla ao Senado. “A gente conversou e chegou à conclusão de que uma ação maior dentro do CEU tem que ser realizada. Entendemos que é preciso chamar o conjunto do partido para a discussão”, contou Oscar.
Folha de Pernambuco
PSB tira legenda de Ciro, mas acerta ’saída honrosa’ da corrida ao Planalto
Sucessão. Durante encontro em Brasília, comando do partido combina com deputado que proposta de candidatura presidencial será formalmente submetida aos diretórios regionais da legenda, que são em sua maioria favoráveis ao apoio à petista Dilma Rousseff
O comando nacional do PSB deu ontem ao deputado Ciro Gomes a saída política honrosa que ele desejava para que o partido possa abandonar definitivamente sua candidatura presidencial sem provocar uma crise interna na legenda.
Em reunião com o presidente do partido e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e com o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, ficou combinado com Ciro que a proposta de candidatura presidencial será submetida aos diretórios regionais da legenda e discutida na próxima terça, na reunião da Comissão Executiva Nacional.
A maioria dos diretórios regionais vai declarar apoio à proposta de aliança em torno da petista Dilma Rousseff e selará a retirada de candidatura de Ciro. A manobra atende ao desejo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que quer o PSB coligado oficialmente ao PT.
Mas, mesmo sendo derrotado nessa consulta formal, o processo de apuração da opinião dos integrantes do PSB dará a Ciro o discurso de que sua saída da disputa foi decisão tomada pela maioria e não um sinal de interferência externa de Lula ou falta de prestígio interno.
Até lá, o deputado manterá o discurso de que pretende, sim, concorrer ao Planalto. Na noite de ontem mesmo, Ciro divulgou nota oficial afirmando que jamais desistirá da candidatura presidencial, como chegou a ser divulgado durante a tarde.
No texto, ele negou que tenha retirado sua candidatura à Presidência da República. Ciro afirmou que continua candidato, que considera sua postulação importante para o PSB e para o País, e que jamais desistirá de concorrer ao Planalto.
A reunião de ontem foi provocada pelas críticas públicas feitas por Ciro ao PSB, cobrando uma posição sobre a candidatura presidencial e reclamando que o partido precisava pensar grande para poder crescer.
Alianças. Na conversa, Ciro reafirmou sua disposição de disputar a eleição presidencial. Ouviu dos dirigentes que a maior parte do PSB prefere não ter candidatura própria para facilitar a montagem das alianças regionais, unificando seus palanques com o PT, na maioria dos casos. O partido terá candidatura própria ao governo em dez Estados.
Oficialmente, Campos diz que a decisão sobre a candidatura presidencial ainda será tomada. Na prática, porém, a candidatura de Ciro nunca foi levada a sério dentro do partido. O PSB, por exemplo, nunca procurou qualquer partido para tentar formatar uma aliança que garantisse maior tempo de propaganda eleitoral gratuita na televisão e no rádio para Ciro. Também nunca concebeu uma agenda de eventos para que o deputado federal pudesse divulgar sua pré-candidatura, como têm feito Dilma e José Serra (PSDB).
De acordo com Eduardo Campos, Ciro concordou com a proposta de consulta aos diretórios. “Ele disse que mantém o desejo de representar o PSB. Temos Estados que vão na mesma linha e outros que não entendem assim. Como presidente do partido, meu dever é unificar essa posições e preservar a unidade interna do PSB”, disse Campos.
Estadão.com
Para “The Economist”, Marina tem princípios demais para as eleições no Brasil
Reportagem da revista inglesa “The Economist” desta semana afirma que a pré-candidata do PV à Presidência, a senadora Marina Silva (PV), é do tipo de político que ocasionalmente surge com princípios demais para uma disputa eleitoral em países como Brasil. “O que lhe falta na máquina partidária, ela está tentando fazer com força ética”, diz a revista.
Com o título “Uma outra Silva”, o texto lembra que o desafio de Marina não será fácil, já que pesquisas de opinião mostram que ela conta 10% das intenções de votos.
A revista traz uma biografia da senadora que nasceu no Acre, sofreu com uma série de doenças, começou na vida política ao lado do ambientalista Chico Mendes e fundou o PT do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“The Economist” lembra também que a senadora sofreu uma série de derrotas no governo Lula quando foi por mais de seis anos ministra do Meio Ambiente.
“O tema principal da campanha da senhora Silva é a responsabilidade moral de tornar uma economia de ponta com baixo carbono como exemplo para outros países em desenvolvimento”, afirma a reportagem. Para a revista, essa posição é uma crítica tácita ao desejo de Lula pelo estado forte.
“Minha avó me dizia que animal com perna curta tem que correr antes”, diz Marina, segundo a publicação inglesa.
Folha.com
Entrevista de Dilma na Band é mais vista que a de Serra no SBT
A entrevista com a presidenciável Dilma Roussef (PT) realizada pelo apresentador José Luiz Datena no “Brasil Urgente” da última quarta-feira (21) deixou o programa com uma média de 5 pontos de ibope, com picos de 7 pontos.
O resultado é superior à média de 4 pontos, com picos de 5, conseguida pelo “SBT Brasil”, apresentado por Carlos Nascimento, com uma entrevista ao pré-candidato José Serra (PSDB).
Cada ponto equivale a cerca de 60 mil residências na Grande São Paulo.
As duas entrevistas foram exibidas em horários diferentes e não disputaram a mesma audiência.
Dilma ficou no ar por volta das 17h50 e saiu às 19h15. Já Serra entrou perto das 19h40 e saiu às 20h.
Datena x Datena
Já na comparação com a entrevista exibida pelo próprio “Brasil Urgente” no dia 19 de março com Serra, Dilma também fica melhor posicionada.
Na ocasião, a Band teve média de 4 pontos, com picos de 6. A entrevista, contudo, já havia sido exibida no “SP Acontece”, por volta das 13h, com audiência média de 2 pontos e picos de 4. Apenas algumas partes foram reprisadas no “Brasil Urgente”.
No caso da Band, a entrevista também foi feita de modo diferente. Dilma foi entrevistada ao vivo no estúdio, enquanto Serra teve sua entrevista gravada no palácio do governo.
É preciso levar em consideração ainda que não havia o mesmo número de televisores ligados nos dias em que as entrevistas foram exibidas.
Folha.com





